
Arlequin, após muitas viagens, despe o manto feito de retalhos, pedaços de panos encontrados em toda a parte do mundo, entretanto, quanto mais se despe, mais mantos são encontrados por baixo dos mantos superiores, até que, por último, encontra-se um corpo todo tatuado. Quem é Arlequin? Serres nos convoca a pensar quem somos nós em meio a todas estas “aprendizagens/retalhos” e quem é este outro que também nos habita?
O trabalho de Michel Serres é encantador.
Um comentário:
Gostei bastante deste fragmento que escolheste para expor aqui no blog! Essa associação que Serres faz nos permite pensar que tudo que é transmitido fica registrado para sempre. Abraço, Anice.
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