A EJA, Educação para Jovens e Adultos é uma forma de ensino da rede pública no Brasil, ela tem como objetivo dar oportunidade àquelas pessoas, jovens e adultos, que por algum motivo abandoaram os estudos e não concluíram o ensino fundamental ou médio com a idade escolar e oportuna.
Os professores do EJA devem contribuir de forma relevante para o crescimento intelectual do indivíduo, realizando o exercício de cidadania, contribuindo para uma qualificação e preparação destes para o mundo do trabalho e para a vida.
Diante do mundo globalizado, e das diferenças sociais cada vez mais acentuadas, a educação surge como uma utopia necessária e imprescindível para uma camada social menos abastada na construção da paz, da liberdade e da justiça social.
Desta forma, a educação de jovens e adultos deve ser pensada como um modelo pedagógico próprio, com o objetivo de criar situações de ensino-aprendizagem adequadas as necessidades educacionais de jovens e adultos, englobando as três funções: a reparadora, a equalizadora e a permanente, citadas no Parecer 11/00 da CEB/CNE.
Letramento, o prazer da leitura.
... Aprender a ler, a escrever, alfabetizar-se é, antes de mais nada, aprender a
ler o mundo, compreender o seu contexto, não numa manipulação mecânica
de palavras, mas numa relação dinâmica que vincula linguagem e realidade.
(Paulo Freire)
Por muitos anos a função de alfabetizar era a de ensinar a decifrar códigos e avaliar as crianças de acordo com o certo e errado na linguagem da escola. Atualmente além de decifrar códigos precisamos nos preocupar com o letramento, ensinar nossos alunos a função da leitura e escrita e sua importância social. O papel do professor é o de ensinar a ver o mundo. Isso tem início quando o professor abre um livro e conta uma história, ele não está apenas ensinando o alfabeto, sílabas ou frases e sim ensinando o prazer pela leitura, despertando em seus alunos curiosidade, criatividade e gosto por ela. Instiga nas crianças o desejo de decifrar o que aquele livro esta trazendo.
Assim sendo, mais importante que decodificar símbolos, se faz necessário compreender a funcionalidade da escrita, pois é assim que o cidadão torna-se mais atuante, participativo e autônomo, de forma significativa na sociedade na qual este está inserido. Pois além de alfabetizado este cidadão é letrado, com capacidade de compreender e interpretar o que lê.
ler o mundo, compreender o seu contexto, não numa manipulação mecânica
de palavras, mas numa relação dinâmica que vincula linguagem e realidade.
(Paulo Freire)
Por muitos anos a função de alfabetizar era a de ensinar a decifrar códigos e avaliar as crianças de acordo com o certo e errado na linguagem da escola. Atualmente além de decifrar códigos precisamos nos preocupar com o letramento, ensinar nossos alunos a função da leitura e escrita e sua importância social. O papel do professor é o de ensinar a ver o mundo. Isso tem início quando o professor abre um livro e conta uma história, ele não está apenas ensinando o alfabeto, sílabas ou frases e sim ensinando o prazer pela leitura, despertando em seus alunos curiosidade, criatividade e gosto por ela. Instiga nas crianças o desejo de decifrar o que aquele livro esta trazendo.
Assim sendo, mais importante que decodificar símbolos, se faz necessário compreender a funcionalidade da escrita, pois é assim que o cidadão torna-se mais atuante, participativo e autônomo, de forma significativa na sociedade na qual este está inserido. Pois além de alfabetizado este cidadão é letrado, com capacidade de compreender e interpretar o que lê.
Falar, escrever e ler...
...

Falar, escrever e ler são três ações diferentes, a casos de pessoas que conseguem falar e expressar bem suas idéias, porém não às escrevem ou lêem de forma correta.
A nossa fala, a nossa escrita e a nossa leitura não acontecem sempre da mesma forma, depende do lugar onde nascemos, das pessoas com as quais convivemos, do lugar onde estamos, bem como, com quem estamos falando, o que estamos lendo e para quem estamos lendo.
Nossa cultura que é muito rica e diversificada, e vem ao longo do tempo passando por várias alterações.
É necessário considerar a cultura e o grupo social ao qual pertence cada indivíduo para que possamos compreender o real significado da palavra escrita e falada, para assim valorizar a multiplicidade dos discursos.
“ A escrita também não é uma modalidade fixa, não é sempre formal\ sofisticada\ planejada, assim como a fala , não é em todas as situações informal\ coloquial\ e sem planejamento"(Kleiman, 1995).

Falar, escrever e ler são três ações diferentes, a casos de pessoas que conseguem falar e expressar bem suas idéias, porém não às escrevem ou lêem de forma correta.
A nossa fala, a nossa escrita e a nossa leitura não acontecem sempre da mesma forma, depende do lugar onde nascemos, das pessoas com as quais convivemos, do lugar onde estamos, bem como, com quem estamos falando, o que estamos lendo e para quem estamos lendo.
Nossa cultura que é muito rica e diversificada, e vem ao longo do tempo passando por várias alterações.
É necessário considerar a cultura e o grupo social ao qual pertence cada indivíduo para que possamos compreender o real significado da palavra escrita e falada, para assim valorizar a multiplicidade dos discursos.
“ A escrita também não é uma modalidade fixa, não é sempre formal\ sofisticada\ planejada, assim como a fala , não é em todas as situações informal\ coloquial\ e sem planejamento"(Kleiman, 1995).
Estimulando a criatividade na sala de aula...
...

Usar estratégias de ensino que propicie uma atmosfera de inspiração da criatividade na sala de aula.
Incentivar e orientar os alunos a buscar informações adicionais sobre assuntos de seu interesse, divulgar o trabalho realizado pelos alunos, relacionar o conhecimento ensinado ao cotidiano dos alunos, abordar assuntos que sejam conectados entre si e despertem o interesse dos alunos.
"O esforço do individuo não é o bastante para o desenvolvimento do seu potencial criador; o contexto social no qual ele está inserido desempenha papel determinante na estimulação das habilidades criativas."

Usar estratégias de ensino que propicie uma atmosfera de inspiração da criatividade na sala de aula.
Incentivar e orientar os alunos a buscar informações adicionais sobre assuntos de seu interesse, divulgar o trabalho realizado pelos alunos, relacionar o conhecimento ensinado ao cotidiano dos alunos, abordar assuntos que sejam conectados entre si e despertem o interesse dos alunos.
"O esforço do individuo não é o bastante para o desenvolvimento do seu potencial criador; o contexto social no qual ele está inserido desempenha papel determinante na estimulação das habilidades criativas."
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