Semana de 18/08 até 24/08:

Partindo das atividades desta semana me detive na escola, pois após o preencher o quadro indicadores de gestão escolar, e das leituras das interdisciplinas, muitas foram as contribuições destas, instigando em mim um desejo de mudança, de fazer e de acreditar...
A escola deve ser um ambiente ideal para instigar desde de muito cedo a visão critica, política e democrática em cada cidadão, livre de ideologias, deve ser um lugar para despertar a participação de toda a comunidade na qual está inserida, envolvendo a todos em relação a tudo que a cerca. A comunidade deve enxergar na escola um porto seguro sem propostas tendenciosas, muito pelo contrário deve ver nela um lugar que busca o resgate e a valorização desta comunidade, atendendo suas demandas, um lugar livre e neutro, sem distinção de raça, classe social, etc... aberta ao acesso de todos . Utopia? Não. É importante que se volte a acreditar que é possível mudar, melhor, não se entregar frente aos obstáculos e voltar para casa com a sensação de dever cumprido, de quem fez o melhor que pode com o que tinha ...

“A utopia está lá no horizonte. Me aproximo dois passos, ela se afasta dois passos. Caminho dez passos e o horizonte corre dez passos. Por mais que eu caminhe, jamais alcançarei.
Para que serve a utopia?
Serve para isso: para que eu não deixe de caminhar".
Eduardo Galeano

Um comentário:

Tutora Daisy disse...

Boa reflexão.
Deixo uma pergunta para pensar e continuar esse diálogo em nova postagem: será que existe educação neutra, ou seja, sem que o professor insira idéias nas quais acredita, nas quais baseia sua vida, etc.? Se há possibilidade de neutralidade, como alcançá-la? Se não há, como permitir que os alunos cheguem as suas próprias conclusões? Até que ponto o professor interfere nessa compreensão de mundo, nessa construção de idéias pelas crianças?